segunda-feira, 13 de agosto de 2018

A UBER e a exploração dos clientes


Saudado como um serviço justo, que satisfaria clientes, com preços acessíveis, o aplicativo de caronas UBER, ao que parece, caminha para o fim, em Manaus. As tarifas, que antes compensavam se arriscar no uso do serviço, atualmente, estão abusivas. Uma corrida que antes custava em torno de R$ 8,00; hoje me cobraram R$ 27,00. Reticente, ainda não havia mudado de serviço. Quando vi o preço que queriam me impingir, mudei para o 99Táxi imediatamente. Resultado: enquanto a UBER queria me tascar R$ 27,00 no horário de pico, sob a desculpa do “preço dinâmico”, paguei R$ 14,00. E olhem, leitores e leitoras, que eu já me tinha deixado explorar algumas vezes. Não o farei mais: verificarei os trechos e usarei o que me oferecer melhor preço.

Antigamente #foratemer, hojemente #temergolpista!

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domingo, 12 de agosto de 2018

A transmutação do mesmo grupo


No Amazonas, há tempos, vive-se um jogo de gato e rato cujo único objetivo é enganar os eleitores. O grupo que começou com Plínio Coelho e foi perpetuado por Gilberto Mestrinho segue firme no comando da política local. Acidentes de percurso como José Melo, também oriundo do mesmo grupo, são raros. Para vencer as eleições, eles mudam de lado, fingem que brigam, porém, no fundo só querem o poder. Este ano, em outubro, novamente o jogo se repete. O grupo transmuta-se, mas, Amazonino Mendes (PDT) é quem o comanda. E, pelo jeito, não largou o timão antes nas mãos de Mestrinho. Esperemos!

Antigamente #foratemer, hojemente #temergolpista!

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sábado, 11 de agosto de 2018

O sincero Fernando Haddad


Se o mundo acabasse hoje com uma aliança entre o PT e o PSDB para a presidência da República eu não teria o menor susto. E, aposto, ainda teríamos militantes que hoje acusam os tucanos de apóstolos do golpe a tentar nos convencer do “pragmatismo temporário” das alianças. Ao falar sobre o assunto, o candidato a candidato do Partido dos Trabalhadores (PT), Fernando Haddad, foi de uma sinceridade límpida e prática: num possível segundo turno entre o Inominável e Geraldo Alckmin, o PT não teria nenhuma vergonha de se aliar ao tucanato. Logo, nós, os eleitores que ficamos se engalfinhando à esquerda, temos de ter coração e fígado para o pragmatismo histórico.

Antigamente #foratemer, hojemente #temergolpista!

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