sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Jorge Vianna não amarelou

Devo confessar: não conheço o senador do PT do Acre, Jorge Vianna, a fundo. Porém, pelo que conheço dele, podem acusá-lo de tudo, menos de “amarelar”. Vianna é muito inteligente, isto sim. E se ele disse que não tinha condições de assumir a presidência do Senado Federal, certamente, não foi por covardia. Foi por saber do momento político extremamente difícil que Vianna tomou a decisão digamos, de “uma saída negociada”. A democracia brasileira corria sérios ricos. Algo foi feito. Não sei se foi o melhor. Ou mesmo se fortaleceu a democracia. Imagino, porém, que Jorge Vianna saiu sim, fortalecido, com toda a certeza!

Antigamente #foratemer, hojemente #temergolpista!


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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Olhos embaçados pelo Golpe

A cada nova decisão tomada em Brasília, quer no Executivo, Legislativo ou Judiciário, fico com a sensação de que nós, sociedade, ou estamos embevecidos (ou emburrecidos) pelo Golpe de 2016 ou perdemos a capacidade de enxergar. E quem pensa que ele, o Golpe, está concluído, não se engane: piora a cada dia e pode provocar consequências muito mais nefastas que o Golpe de 1964. Criou-se um ódio visceral ao Partido do Trabalhadores (PT) que impediu gregos e troianos, coxinhas e não-coxinhas, de perceberem a gravidade do abismo em nos metemos. Se a democracia resistir, talvez possamos voltar à normalidade em 2019, após as eleições de 2018. Caso não, oremos desde já!

Antigamente #foratemer, hojemente #temergolpista!


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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Sombrios riscos à democracia

A decisão da Mesa Diretora do Senado de não cumprir a determinação do Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio de Mello, é de uma gravidade incomensurável. Para que a democracia seja fortalecida é fundamental que os três poderes sejam ampla e completamente independentes. Mas, a independência só se fortalece quando o princípio básico de que “decisão judicial não se contesta, cumpre-se”. A contestação pode e deve ser feita. Porém, nas instâncias existentes. Assim, caberia ao Congresso cumprir e recorrer. O precedente aberto põe e risco a própria democracia. Com isso, a cada dia, os que pedem a volta dos militares ganharam força. Ainda não pensaram nisto? Acordem!

Antigamente #foratemer, hojemente #temergolpista!


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