quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Melo e a licença da BR 319

Vi, estarrecido, em um dos jornais televisivos de hoje que só o governador do Amazonas, José Melo (PROS) pode falar sobre a licença ambiental da Rodovia BR 319, que liga Manaus a Porto Velho, em Rondônia. O espanto se dá em função de o governador usurpar o poder de um órgão do estado e, se for verdadeira a alegação apresentada, levar para si a decisão que, em essência, deve ser do órgão. O estarrecimento se deve ao fato de que, se a prática se tornar moda, teremos a interferência do governador até na concessão de bolsas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), por exemplo? Seria muito interessante que os fatos fossem esclarecidos para que não se fique com esta má-impressão.


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terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Serviços essenciais aos passageiros

Em épocas de crise, como a atual, as empresas deveriam pensar em serviços essenciais aos passageiros. Em Porto Velho, por exemplo, capital do Estado de Rondônia, não há nenhum hotel nas proximidades do Aeroporto, muito embora, há anos, a empresa Azul Linhas Aéreas, possua conexões para quem vem do Acre a Manaus, que duram 8 horas de espera. Ontem, ao esperar pela conexão, acabei tomando a decisão de ir para um hotel, descansar, pois, por volta das 7h, bateu um sono quase incontrolável. Os hotéis mais próximos são nas imediações da Rodoviária da cidade.  Cheguei a comentar com um amigo que em Manaus também não havia um serviço deste tipo. À noite, porém, descobri que há um hotel novíssimo muito próximo ao Aeroporto. Hotéis e estacionamentos são serviços essenciais aos passageiros. Logo, oportunidades de investimentos que não devem ser descaradas.


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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Oito horas de espera no Aeroporto

Bem que eu tentei desde Rio Branco (AC), quando embarquei às 2h30 no voo 4487 da Azul Linhas Aéreas. Mas, foi impossível antecipar a volta a Manaus por falta de vagas. Ficarei mais de 8h no Aeroporto Internacional Governador Jorge Teixeira de Oliveira, em Porto Velho. Tanto em Rio Branco quanto em Porto Velho as informações dão conta de que os três voos para Manaus estão lotados. Faço o registro porque, mais uma vez, fico em dúvida quanto à crise financeira no País.  Ou o preço das passagens passou a caber bem no bolso do consumidor ou o dinheiro não está tão curto assim quanto dizem. Ou, quem sabe, a crise existe mesmo, mas, as pessoas passaram a gastar melhor. O certo é que não são apenas os bares e casas noturna que vivem lotados: os aeroportos também!


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