quinta-feira, 27 de abril de 2017

Propina virou sobra de campanha

O depoimento do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), ao juiz Sérgio Moro, revelam mais uma artimanha dos políticos brasileiros, certamente, bem orientados (ou será muito mal orientados?) pelos seus advogados: a sobra de campanha. Mais que isso: a admissão de que praticaram o caixa dois. Querem fazer o juiz acreditar que nunca, jamais, em tempo algum, receberam propinas. O que fizeram foi usar “recursos próprios e sobra de campanha” para sustentar o luxo. Quando propina, caixa dois e sobra de campanha estão assim, tão misturados, há algo de errado, que precisa, urgentemente, ser revisto.

Antigamente #foratemer, hojemente #temergolpista!


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quarta-feira, 26 de abril de 2017

O moribundo futebol do Amazonas

Vi, hoje, uma rodada do futebol amazonense, na Arena da Amazônia Vivaldo Lima, o popular Paneirão. Dá vergonha! Jogos às terças com público próximo do zero. E olhem, leitores e leitoras, que jogavam os quatro primeiros colocados do campeonato denominado por uma emissora de televisão de “Barezão”. As arquibancadas vazias, ao meu ver, demonstram quão errada foi a decisão de demolir o Vivaldo Lima. Com as delações dos empreiteiros, se tem a explicação, o porquê de terem derrubado o Vivaldão. O público que vai ao estádio, ao que parece, revela o caminho da morte que o futebol do Amazonas tomou.

Antigamente #foratemer, hojemente #temergolpista!


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terça-feira, 25 de abril de 2017

Fofocas e comentários maldosos

Arrisco-me em dizer que não são apenas os comentaristas de arbitragem de futebol que manipulam os lances ao bel-prazer do desejo de fazer crer que estão certos. Há manipulações maldosas e fofocas que atingem a vida das pessoas não apenas nos meios de comunicação de massa. Em rodas de amigos e na “vizinhança”, o fenômeno parece ser característica da condição humana. Desmoralizar o outro, deixa-lo em situação ridícula, enfim, dizimá-lo moralmente, ao que parece, chega a dar prazer. Talvez seja necessário refletirmos profundamente sobre o fenômeno. Para crescermos e passarmos a respeitar o outro em todas as suas diferenças. Seremos capazes de eliminar a maldade? Talvez devamos, pelo menos, tentar.

Antigamente #foratemer, hojemente #temergolpista!


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