domingo, 25 de maio de 2014

O pragmatismo petista no Amazonas

Pela primeira vez, ao longo de tantos anos, o Partido dos Trabalhadores (PT), no Amazonas, tem possibilidades de chegar ao poder em uma eleição. Ainda que seja com um candidato a vice na chapa do senador Eduardo Braga (PMDB). Não discuto os méritos do partido. Talvez tenha um imbatível: a lealdade com que um grupo do partido, liderado por Sinésio Campos, manteve em relação a Braga. Não quero, também, discutir se isso é bom ou ruim. De acordo com os parâmetros da política, ao longo do tempo, tem suas vantagens. O servilismo e a subserviência de Omar Aziz e José Melo, por exemplo, os fizeram chegar ao poder. São todos crias de Amazonino Mendes e Gilberto Mestrinho. Assim como Eduardo Braga. O curioso nas idas e vindas da política é que esse mesmo grupo que, no início, era odiado pelo PT, talvez seja a chave, pela cisão que se nos avizinha nas eleições deste ano, para o PT chegar ao poder. Seriam as escritas certas por linhas tortas do pragmatismo político? Não saberia responder.


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