Definitivamente, as empresas aéreas são as “donas
do pedaço” e esfolam os passageiros. O que aconteceu com o time do Galvez, do
Acre, é um exemplo de o quê enfrentam os passageiros diariamente neste País. A
direção do clube acreano comprou 22 passagens para retornar ao Acre lodo após a
primeira fase da Copa São Paulo de Juniores. Como o time surpreendeu e se
classificou, foi preciso remarcar as passagens. O time só obteve 30% do valor
das passagens, compradas antecipadamente. Ou seja, quase nada! Em resumo, no
sistema brasileiro de precificação das passagens, só quem contrata os serviços
se ferra. Ou seja, os passageiros são explorados sempre e as empresas nunca
perdem. É injusto, não apenas por se tratar de um time de futebol, mas, em relação
a qualquer passageiro.
Antigamente era #foratemer, hojemente é #forabolsonaro!
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