sexta-feira, 6 de julho de 2018

A certeza entre um Luiz e outro


Acabei de saber que Luiz Fernando Souza Santos (PSOL) e Luiz Castro (REDE) são candidatos ao senado pelo Amazonas. Estivesse eu morando em Manaus, não teria dúvidas: meus candidatos ao senado estariam definidos. Não concordo com Luiz Fernando em tudo. E nem deveria, pois, em uma universidade, divergir é saudável. Mas, votaria nele sem medo de errar. Tenho convicção (e não sou o Dallagnol) de que Luiz Fernando faria excelente estreia como representando do Amazonas no senado por sua postura crítica e pela sua profundidade com intelectual que pensa sociedade e Amazônia como poucos. Luiz Castro, há anos na política, até hoje, não conheço um comentário sequer que macule sua carreira. Eleitores e eleitoras do Amazonas não podem reclamar da “falta de qualidade” dos candidatos. Já podem escolher com tranquilidade em quem votar. Particularmente, estou triste porque, só agora, depois que mudei de Manaus, candidatos de tamanha envergadura se nos apresentem ao senado. Que o povo do Estado saiba escolher e não caia em armadilhas!

Antigamente #foratemer, hojemente #temergolpista!

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quinta-feira, 5 de julho de 2018

A loja de conveniência amorosa


À medida que as alianças nacionais e locais são divulgadas, o que se percebe é um país cuja retórica do Golpe não passa de balela. Na vida real, não há diferença real entre os inomináveis e os seguidores de outros partidos. Quando se trata de eleger pessoas que comandam as legendas, as alianças mais parecem ter sido trocadas em um puteiro, com todo o profundo respeito que se deve ao referido ambiente e às pessoas que nele ganham a vida. Em alguns casos, muito mais honestas. O que existe é o golpe no Golpe. A ideologia de alguns termina imediatamente na hora que a própria reeleição está em risco. As juras de amor que tenho lido e visto são típicas daquelas lojas de conveniência amorosa.

Antigamente #foratemer, hojemente #temergolpista!

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quarta-feira, 4 de julho de 2018

Um estranho erro bancário


Seria leviano da minha parte acusar de algo pré-concebido o “problema” que ocorreu em determinado banco, ao atrasar em um dia o pagamento de servidores federais. No entanto, é, no mínimo, estranho demais que, justamente no mês do pagamento do adiantamento do décimo terceiro, haja um atraso destes. Digamos que, assim, de forma apenas hipotética, a pessoa tenha usado o milite do cheque especial para “antecipar” os gastos, com a certeza de que o pagamento sairia no primeiro dia útil. Quando este pagamento não e cheque especial não é coberto, no dia imediatamente seguinte, a pessoas pagãos juros do período inteiro. Em suma: deste estranho “erro” do banco, resulta, para algumas pessoas um enorme prejuízo. Quem paga? Nós, os patos!

Antigamente #foratemer, hojemente #temergolpista!

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