quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Falta transparência às CIAs aéreas

Ontem, no Aeroporto Internacional de Manaus Brigadeiro Eduardo Gomes, tomei o voo 2892 da Azul Linhas Aéreas, para Porto Velho. Horário de embarque previsto para 6h25min. A aeronave que faria o voo pousou às 6h30min. Em seguida, movimentação na tampa do bagageiro. Aparentemente, problemas na tampa. Não parei de observar. Em dado momento, um das pessoas sobe com uma mala pela escada principal que dá acesso à aeronave. Minutos depois, uma das comissárias passa quase correndo, acompanhada de uma funcionaria da Azul que tinha passado por nós quase correndo. Verdade estabelecida: a aeromoça passou mal e teve de ser retirada do voo. Moral da história: sem substituta, o comandante obrigou o pessoal de terra a retirar 35 pessoas para prosseguir o voo. Saímos de Manaus às 8h10min com a desculpa oficial de que o atraso fora provocado por falta de teto no Aeroporto de Porto Velho.

Antigamente #foratemer, hojemente #temergolpista!


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quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Preocupação zero com as pessoas

O Aeroporto Internacional de Manaus Brigadeiro Eduardo Gomes é um primor de falta de respeito com as pessoas. Hoje, por volta das 5h30, o único banheiro da sala de embarque; pasmem, leitores e leitoras, em um Aeroporto do porte do Eduardo Gomes, só há um banheiro; estava interditado para manutenção. Com isso, o passageiro era obrigado a ser “redirecionado” para o “R2”, no segundo andar. Quem tivesse entrado logo na sala de embarque, ao invés de ir ao banheiro antes, estava perdido. E como para o R2 só há escadas rolantes descendo (pasmem, leitores e leitoras-escadas rolantes só descendo, quando, na pior das hipóteses, deveria ser subindo), que foi ao R2 com bagagens de mão pesando 10kg, o máximo permitido, voltaria morto. É nos detalhes que se percebe a falta de humanidade no processo de formação das pessoas que projetam certadas obras: o ser humano está sempre em último lugar.

Antigamente #foratemer, hojemente #temergolpista!


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terça-feira, 26 de dezembro de 2017

A educação pelo porrete

Em público, nós os seres ditos humanos, defendemos causas que são simpáticas ao, digamos, que é coletivo. Na prática, em se tratando do processo educacional, defendemos “a educação pelo porrete”. Pelo menos em Manaus, há um fenômeno que comprova visceralmente este meu raciocínio. Se não, vejamos a minha postagem de ontem no Facebook, que incluo nesta reflexão: “As escolas são repassadas para a Marinha, Exército, Aeronáutica ou Polícia Militar. E o povo aplaude. Não me espanta que queiram entregar o País aos militares ou a um militar. Somos um fracasso assumido como educadores. Vergonha de tudo isso!” A mesma pessoas que se diz estupefata com o crescimento de um certo candidato misógino, machista e defensor da tortura defende as “escolas militares”. Nossa mentalidade coletiva ainda não esqueceu o Golpe de 64. Sente saudades dos militares e das práticas de tortura. Por isso quer a execução de presos e coisas do gênero. Não me espanta que tragam de volta a palmatória para as salas-de-aula. Esperem!

Antigamente #foratemer, hojemente #temergolpista!


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