domingo, 10 de abril de 2016

Da arte de selecionar ladrões

Ao que parece, todas as vezes que a horda, ou seja, o povo enfurecido, é chamado para selecionar entre ladrões contra as quais não há crime nenhum, termina por escolher de forma equivocada, para, em seguida, não ter mais como se arrepender. Foi assim quando Pilatos, um juiz pilantra, ainda que não houvesse prova nenhuma contra Jesus Cristo, deixou que a hora o levasse à cruz. O ódio coletivo é capaz de cegar o mais doce dos mortais. E o Brasil, infelizmente, enfrenta um clima de tamanho ódio a ponto de ser preciso se fazer, em frente ao Congresso Nacional, uma separação, um muro da vergonha, para que nenhuma das pessoas de um lado tenha contato com as pessoas do outro lado. Entre Dilma Rousseff (PT), contra a qual não há nenhuma acusação, a não ser de “pedaladas fiscais”, e um bando de ladrões e corruptos que comando o “rito do impeachment”, há quem fique, e não são poucos, ao lado dos ladrões. Merece reflexão!


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