domingo, 15 de março de 2015

Motoristas desabilitados nas ruas

Há algo nas ruas de Manaus capaz de provocar dúvidas até em Deus: ou alguns condutores de veículos são desabilitados ou obtiveram a habilitação por meio ilícito, portanto, na prática, também são desabilitados. A dúvida surge porque não é possível que um motorista portador de uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) seja capaz de dirigir tão mal. O que tenho visto nas tuas de Manaus são alguns motoristas que centralizam seus carros no centro das ruas, tendo como baliza a faixa branca central. Em suma: não ocupam nem a faixa da direita nem a faixa da esquerda. Isso torna o trânsito muito pior e deixa a dúvida se quem faz isso é mesmo ou não habilitado.

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OBS: Post do dia 13/03/2015

quinta-feira, 12 de março de 2015

A satanização de Eduardo Braga

Ontem, neste mesmo espaço, abordei o que chamei de “A beatificação de José Melo”. Acontece que as últimas eleições para o Governo do Amazonas, em paralelo, promoveram o que se poderia denominar de “a satanização de Eduardo Braga”. Os movimentos de ataques e defesas beiram a histeria. Chegam a tender para o fundamentalismo, se não for uma espécie de maniqueísmo: uma divisão clara entre o bem e o mal. Em política, é bem possível que não haja ninguém totalmente anjo ou totalmente demônio. Sem qualquer tipo de defesa ou ataque direto a nenhum dos dois, penso que, em se tratando de homens (e mulheres também) públicos, o melhor caminho é não criamos anjos e demônios. A dinâmica da vida em sociedade nos ensina os demônios de hoje podem ser os anjos de amanhã. Logo, o melhor, talvez, seja exercermos a sensatez permanente.


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quarta-feira, 11 de março de 2015

A beatificação de José Melo

As últimas eleições do Amazonas promoveram um processo que nem os mais acurados analistas políticos conseguem compreender facilmente: a beatificação de José Melo. Antes considerado inexpressivo, responsável por, digamos, “fazer os bastidores” de Amazonino Mendes a Omar Aziz, passando por Eduardo Braga, Melo foi ungido pela população e por jornalistas de vários matizes à condição de beato. E os últimos fatos políticos de repercussão nacional revelam que nada “pega” mais nele, como ocorreu, recentemente, também como Omar Aziz. Ao que tudo indica, não demora e o processo de beatificação passa para a santificação.


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terça-feira, 10 de março de 2015

Os revoltados mutantes da Internet

Até ontem, os revoltados da Internet convocavam para o “dia 15” com um único mote: o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Desde a proclamação do resultado das eleições, um revanchismo tomou conta do País da parte dos derrotados, que logo, se transformaram em pseudorevoltados. Alguns deles passaram a pedir, inclusive, a volta dos militares ao poder. Ridicularizados veementemente, passaram a adotar o discurso dos que os criticavam e, hoje, pela manhã, convocaram para uma “marcha contra a corrupção” em qualquer partido. Uma tentativa desesperada de encher as ruas no dia 15. Resta saber se a estratégia de mudar de foco a toda hora convencerá as pessoas.


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segunda-feira, 9 de março de 2015

A compra de votos é cultural no Amazonas

O Programa Fantástico, da Rede Globo de Televisão, prometeu uma “reportagem investigativa” sobre o que chamou de “Mercadão de votos”, mas, apresentou, no máximo, uma minúscula barraquinha de rua a respeito do assunto. E digo isso porque o que foi denunciado é tão corriqueiro em quase todos os estados da Região Norte que, novidade seria apresentar uma “reportagem investigativa” sobre uma eleição, nos últimos anos, que não se tenha corrido à boca pequena, pelo menos uma daquelas denúncias. A única novidade da reportagem é a corrupção com recibo e tudo. Isso ainda não havia ocorrido em nenhum lugar, na história da humanidade. No mais, a troca de favores, inclusive sexuais (uma vez que ainda há político respondendo por isso até hoje), parece ser a regra básica da política no Amazonas, desde os idos de Plínio Coelho, assim como as rasteiras e traições dentro do mesmo grupo que se alterna na política, como ocorre agora. O que há é uma briga intestina do mesmo grupo que pratica a alternância de poder entre membros do próprio grupo. Novidade será alguém perder o mandato por compra de votos no Amazonas, pois, a compra de votos parece ser cultural por essas bandas. Quem não a pratica é tido como menos inteligente.


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sábado, 7 de março de 2015

A possível denúncia do Fantástico

Passou a circular nas redes sociais a “possibilidade” de o Fantástico, da Rede Globo, apresentar provas de que houve compra de votos nas últimas eleições para o Governo do Estado do Amazonas. Se há provas cabais, ninguém sabe. O que se sabe, apenas com a possibilidade das denúncias, é que dá pena e cresce o que se pode chamar de “vergonha alheia” em relação aos jornalistas e aos “penas alugadas” da Internet. O que dizem? Que se trata de uma espécie de “terceiro turno” promovido pelo senador Eduardo Braga (PMDB), hoje ministro das Minas e Energias que teria, inclusive, comprado a Rede Globo para que a matéria fosse pautada. O que causa asco é que, em muitos casos, são as mesmas pessoas que, nacionalmente, querem o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). No Brasil, não é terceiro turno, mas, como, no Amazonas, há a possibilidade de perderem a “boquinha”, aí sim, é um terceiro turno. Se não são calhordas, no mínimo, são incoerentes.


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sexta-feira, 6 de março de 2015

Pressa e falta de respeito

Hoje, no final da manhã, como em quase todas as vezes que começa a chover, presenciei, no trânsito de Manaus, condutores de veículos com uma pressa excessiva, que coloca em risco outros condutores, porém, mais ainda, com uma falta de respeito impressionante em relação aos pedestres e ciclistas. Aliás, talvez, não seja só falta de respeito, mas, sadismo. Porque, não é possível que alguém, no conforto do seu veículo, com ar-condicionado ligada, e, quem sabe, até música, não seja capaz de esperar alguns minutos para um pedestre ou ciclista passar. Ao contrário, vi um dos condutores acelerar. Como resultado, um banho maior, de água da rua, em quem passava. Falta, inclusive, senso de humanidade.


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quinta-feira, 5 de março de 2015

O respeito é o alimento da democracia

Considero que o respeito é o alimento da democracia. Logo, não posso concordar com os extremistas tanto de esquerda quanto de direita. E posso, na prática, explicar como em democracia, o “olho por olho, dente por dente” não leva a nada e ainda pode criar problemas enormes para o a própria democracia. Vejamos um exemplo: discordo das ideias propostas pelo governador José Melo, por exemplo, na quase totalidade. Principalmente no caso da extinção da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI). Ainda que dele discorde, no entanto, devo respeitá-lo como governador, soberanamente escolhido pelo povo da cidade. É possível discutir o modo como chegou ao cargo? Nos bastidores, até se pode. Na prática do Estado democrático, jamais. Diplomado, reconhecido pelos tribunais eleitoras, o que se pode fazer, e eu também, no máximo, é oposição. E, na democracia, creio que a oposição tem o dever de ser responsável, porém dura, jamais desrespeitosa.


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quarta-feira, 4 de março de 2015

Extremistas e democracia

Causa espanto que alguns extremistas de direita sejam capazes de pedir, ainda que sejam meia-dúzia de gatos pingados, “um novo golpe militar. Ser radical na defesa de alguns valores e princípios é fundamental para a nossa própria existência. Ser tão radical a ponto de se tornar cego não faz bem nem individualmente nem coletivamente. Porque quando o radicalismo ultrapassa os limites da visão e se torna cegueira, tende a nos transformar em extremistas. E do extremismo para o fundamentalismo o limite é tão tênue, que, às vezes, nem nos damos conta que já o ultrapassamos. Quando isso acontece, a democracia fica tão puída que seus fios começam a autodestruir-se. Disso se aproveitarem os totalitários de ambos os extremos para chegar ao poder. Eis o risco que devemos evitar.


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terça-feira, 3 de março de 2015

Tapete vermelho para Aziz

Possa estar engando, mas, a intuição me diz que a reforma administrativa proposta pelo Governo do Estado não passa de um tapete vermelho estendido para receber, sem nenhum tipo de risco, o senador Omar Aziz (PSD) como sucessor de José Melo (PROS). E para que o tapete não tenha nenhum tipo de vinco que possa vir a derrubar o senador, vale até uma coalização de apoio à reeleição do prefeito Artur Neto (PSDB). Com isso, qualquer pretensão de Eduardo Braga (PMDB) de voltar ao poder, aos olhos dos estrategistas, estaria enterrada. Como a própria derrota de Braga demonstra, “falta apenas combinar com o povo”. Está evidente que há um grupo escalado, digamos, para não deixar Braga bota a boca para fora da água nem para respirar. É uma das possibilidades de o tapete vermelho ficar sem vinco até 2018.


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segunda-feira, 2 de março de 2015

Tomás Nogueira na Seplan

Meu passarinho informante que voa lá pelos lados da Compensa e não é o Twitter mandou mais uma: o secretário da Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico (Seplan), será o ex-superintendente da Suframa, Tomás Nogueira. Prestigiado membro do Grupo que propôs a Reforma Administrativa e, segundo o mesmo passarinho, homem de confiança do senador Omar Aziz (PSD), Nogueira terá, no governo, poderes similares ao do próprio governador. Resta-nos esperar a lista dos novos secretários para sabermos se o passarinho tem ou não razão.


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domingo, 1 de março de 2015

Previsões pra lá de furadas

Ao “passear” pela Internet, no final de semana, deparei-me com um daqueles blogs que trabalham sempre a serviço de um ou de outro lado, na política do Amazonas. E dava como certo que o então vice-governador, José Melo, tinha como destino a aposentadoria porque, o então governador, Omar Aziz, nem tinha decidido se seria candidato ao Senado, assim como não havia candidato da situação ao Governo do Estado. Aos olhos de muitos, a subserviência ao senador Eduardo Braga era canina. Em política, no entanto, as previsões, algumas das vezes, são pra lá de furadas. Caninos parceiros de Braga até chegarem ao poder, Aziz e Melo deram um xeque-mate no chefe. E em todos os que fizeram previsões de que Braga daria um passeio em Melo. Erramos todos! E temos de aprender com a política: nem os políticos sabem como será o amanhã!


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sábado, 28 de fevereiro de 2015

Até tu, Vianna!

Pode até não ser verdade. E não tenho como dizer que sim ou que não. Mas, nas especulações sobre a lista do Petrolão, o nome do governador do Acre, Tião Vianna, é dado como certo. Não tenho a intenção de cometer nenhuma injustiça, mas, como nasci no Acre, ao ler uma lista de possíveis, digamos, petroleiros, e lá encontrar o nome do Governador, o fato me chamou a atenção. Além disso, o que me chama mais a atenção é o fato de, até agora, não terem divulgado logo a bendita lista. Quem tiver de pagar que pague. Está mais do que na hora de se divulgar a lista oficial e deixar de dar munição aos especuladores.


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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Um Melo comandou a reforma administrativa

Ontem, neste mesmo espaço, falei que “a reforma administrativa apresentada pelo governador do Estado, José Melo, à sociedade, se não era uma obra de consultores que se consideram iluminados e acima do bem e do mal, não passava de uma tentativa de extirpar do Governo quaisquer vestígios de Eduardo Braga, do PT e do PC do B”. Cheguei a insinuar que o governador não sabia de tudo o que se passava e foi convencido pela equipe de “iluminados”. Um passarinho, que não é o Twitter, veio, de ontem para hoje, e cantou nos meus ouvidos que quem comandou a “equipe de iluminados” responsáveis pela proposta de reforma administrativa do Estado foi ninguém menos que Evandro Melo, médico e irmão do governador. Sem saber, ontem usei o verbo extirpar. Na mosca: como médico que o é, Melo usou o bisturi para extirpar sim, tudo que o irmão determinou.


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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Para apagar vestígios de Braga e do PT

Posso estar enganado, e, até então não havia me manifestado para não fazê-lo com base em especulações, mas, a reforma administrativa apresentada pelo governador do Estado, José Melo, à sociedade, se não é uma obra de consultores que se consideram iluminados e acima do bem e do mal, não passa de uma tentativa de extirpar do Governo quaisquer vestígios de Eduardo Braga, do PT e do PC do B. Porque se alguém me disser que é inteligente sair formalmente do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, custarei a acreditar. O que o governador acena com as mudanças, claramente, é que vai deixar de investir estrategicamente em Ciência, Tecnologia e Inovação e passa a investir pesado em Comunicação com o retorno da Secretaria de Comunicação (SECOM). Investir em propaganda governamental e deixar Ciência, Tecnologia e Inovação em segundo plano é de uma miopia inaceitável para que governa um Estado com uma biodiversidade tão imensa quanto a do Amazonas. A não ser que a intenção seja mesmo a de eliminar qualquer sinal das boas práticas de Braga e do PT ao longo do tempo. Ou, quem sabe, ideia de jericos travestidos de consultores aos quais o Governador deu muito crédito. Oremos para que algumas decisões ainda sejam repensadas. Há tempo!


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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Maconha é menos letal que o álcool

Só quero ver o que vão dizer, agora, os vorazes radicais que sempre associação a maconha ao início do vício e defendem que seja mantida na ilegalidade enquanto, jamais, em tempo algum, discutem a letalidade do álcool, droga cujo uso é legal desde “que eu me entendo por gente”. Estudo recente comprova que “o álcool é 144 vezes mais letal que a maconha”. E para que as coisas fiquem bem claras, não sou ativista nem defensor entusiasmado do uso da maconha. No entanto, creio que a discussão precisa amadurecer no País e ser baseado nos conceitos de drogas legais e drogas ilegais e não pura e simplesmente na demonização da maconha. É o mínimo que se pode esperar de um País que se quer civilizado.


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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Motoristas que não se respeitam

No início, e pelas notícias que li e ouvi, imaginei que fosse um medo coletivo de assaltos. Depois, quase na hora de ir embora, ouvi de outras pessoas que não se trata apenas de medo de assalto, mas, de uma coletividade que não respeita o outro, logo, não respeita os semáforos de trânsito. Foi o que constatei na minha primeira visita rápida à cidade de Goiânia, capital de Goiás. Há uma parcela da população hospitaleira de boa índole, mas, é impressionante o número de pessoas que não respeita os sinais e semáforos. Das cidades brasileiras que já conheci, Goiânia é que mais os motoristas não respeitam nada. É impressionante!


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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Guiana e não Goiânia

Um professor ganhou uma bolsa de estudos em uma universidade na Guiana Francesa e veio parar em Goiânia, ao fazer a conexão no Aeroporto de Guarulhos. Talvez pela pronúncia um tanto quanto enrolada do africano, que disse não saber que havia, no Brasil, uma cidade chamada Goiânia, no Aeroporto de Guarulhos, ao invés de emitir a passagem para a Guiana Francesa, a Agência de Viagem o mandou para Goiânia. Uma das emissoras de TV de Goiás tentou resolver o problema do professor mas a empresa aérea que o trouxe até Goiás, bem como a agência, não querem se responsabilizar por leva-lo até o destino correto. Sem dinheiro para seguir destino, o professor morava no próprio Aeroporto. Uma senhora o recebeu em sua casa e, agora, tentar levantar recursos de amigos para que o professor vá para a Guiana Francesa e faça o curso de Medicina para o qual conseguiu a bolsa de estudos. Lamentável que empresa não reconheça seu erro e o transfira para o professor. É o tipo de situação que o erro deveria ser corrigido imediatamente ou pela companhia aérea ou pela agência de viagem.


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domingo, 22 de fevereiro de 2015

Centímetros a mais de conforto

Em geral, parece que 10cm não fazem nenhuma diferença. Mas, em se tratando de uma viagem longa de avião, 10cm valem mais de 10 metros de conforto. É o que ocorre hoje nas aeronaves da empresa aérea Gol. E o registro deve ser feito porque, ao longo do tempo, reclamamos muito da falta de conforto nos voos das empresas aéreas. A Gol fez uma mudança, para melhor, que merece elogios. Com a marca Gol +, a empresa oferece aos seus passageiros, 10cm a mais de espaço entre as poltronas em todas as classes, ao mesmo tempo que inclinam 50% a mais. É uma diferença enorme em relação às aeronaves da própria companhia que voavam anteriormente. Bom para que é cliente da empresa e compra passagens no Gol +.


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Tudo culpa de FHC

A turma da direita radical que, enfim, saiu do casulo e resolveu assumir publicamente que é de direita, passou a ironizar o Partido dos Trabalhadores (PT) e seus simpatizantes com “memes”, na Internet, atribuindo tudo o que parece impossível ser feito no mundo a Fernando Henrique Cardoso (FHC). Algumas delas bastante criativas, como a que diz que imagens de um satélite russo mostram FHC saltando de paraquedas de um avião antes do ataque às Torres Gêmeas. Há algumas, porém, que não passam de exagero e, ao invés de ironizar, perdem o prumo. Particularmente, não creio que FHC tenha feito tanto quanto tentam, indiretamente dizer, seus seguidores da direita. Se tivesse feito, não teria deixado de fazer seu sucessor. Fez tão pouco que durante muito tempo foi renegado pelo próprio Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). O PSDB também não é tão de direita quanto tentam fazer crer os mais radicais da esquerda e do próprio PT. No fundo, hoje, PT e PSDB são irmão siameses que tentam apenas manter a alternância (apenas entre eles) de poder. Mas, nem tudo “é culpa” de FHC.

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OBS: Post do dia 21/02/2015

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

O Enredão das escolas de samba

O fato de a Beija-Flor de Nilópolis ter sido campeã do Carnaval carioca de 2015 com dinheiro injetado pelo ditador da Guiné Equatorial gerou reações indignadas de muitos brasileiros. Ao que me parece, com pitadas de hipocrisia jamais vistas. Condenar o título da Beija-Flor é jogar uma nuvem de fumaça sobre o obsceno Carnaval do Rio de Janeiro (e dos demais locais do Brasil) em todos os sentidos. Não me venham dizer que os inocentes brasileiros não sabem que quem dirige as escolas do Rio de Janeiro, ou seus patronos, desde que o mundo é mundo, são bicheiros, contraventores, milicianos, caçaniqueiros e quetais? Há uma turma de aloprados que vai para as ruas pedir a volta da ditadura no País e ainda tem a coragem de condenar o título da Beija-Flor. Hipócritas, mil vezes hipócritas, eu vos digo: se fizerem uma investigação séria, teremos, além do Mensalão e do Petrolão, com certa, o Enredão. Basta de hipocrisia!


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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

O ódio distribuído via Internet

Pode parecer um olhar meio messiânico da minha parte, mas, não sei se devemos usar a Internet para destilar o ódio ou nossas frustrações. Nem, digamos, de lá para cá, nem daqui para lá. Nem foi feliz a mulher que disse odiar Manaus e que a cidade era o fim do mundo, assim como, não somos nada felizes se incentivarmos atos de vandalismo contra o comércio da “pobre”. Digo pobre porque só pode ser muita pobreza de espírito tentar atingir diretamente a cidade em função de algumas pessoas que a habitam. É preciso entender que a Internet não é um divã, não é local mais apropriado para desabafos, pois, tem o “dom” de multiplicar, tanto as mensagens positivas quanto as negativas. A pobre comerciante foi obrigada a pedir proteção policial por frases infelizes. Todos nós desabafamos, dizemos coisas que não deveríamos. É do ser humano! Temos de exercitar mais a bondade e menos o ódio nas redes sociais. Se queremos mesmo um mundo melhor. Caso não, somos capazes de tocar fogo em Roma. E, literalmente!


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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Nem tão superior, nem tão inferior

Já li coisas nas redes sociais e em blogs pagos de ataques e defesas ao Governo Dilma Rousseff (PT) e à própria Presidente que até Deus duvida. Os ataques da direita ensandecida, que resolveu mostrar a cada após os resultados das últimas eleições, são de uma baixaria e de uma indignidade que só mesmo a direita é capaz de fazer e assumir que faz. Bolsonaro, pode-se assim dizer, é a figura que simboliza, digamos, a nova era da direita brasileira. Por outro lado, os defensores de Rousseff também exageram na dose. Dizer que governar o Brasil “é um gesto superior”, passa da conta. Prefiro crer que ela não é nem tão inferior quanto a direita diz nem tão superior quanto seus defensores a pintam. Talvez seja melhor esquecermos essa história de tons de quaisquer cores. Inclusive de cinza.


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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Mesmos resultados, mesmas reclamações

Em Manaus, a Mocidade Independente de Aparecida, mais uma vez venceu o Carnaval. Li torcedores de outras agremiações se vangloriando que foi “apenas um décimo” a diferença. Outros não se conformavam com o resultado. Como sempre, depois das disputas, há os que reclamam e os que comemoram. Desde que inventaram este tipo de disputa, existem os chorosos e os contentes. Não sejamos ingênuos: quem achar que não existe interferência financeira ou, digamos, “de prestígio”, não entra no jogo. A não quer que haja um temporal e todas sejam declaradas campeãs, uma das grandes deixar de ganhar é um milagre. O jogo é assim. Joga quem quer. Como não vi nenhuma das escolas, não me manifestarei sobre o mérito. Muito embora, o que eu dissesse, não serviria para nada. Chorar é direito de quem perde no jogo democrático. A não ser que apareça uma turma dos revoltados e queira, também, o impeachment da Aparecida.


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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Terroristas online em ação

Há grupos na Internet que, talvez em função do Carnaval, vestem a fantasia de revoltados com o resultado das últimas eleições presidenciais, mas, no fundo praticam pura o simplesmente o terrorismo online. E um dos atos eminentemente terrorista de um desses grupo é circular a informação de que haverá confisco na poupança dos brasileiros. O ato tem endereço certo: atingir o Palácio do Planalto e tentar promover a desconfiança no setor bancário. Quando isso acontece as pessoas passam a sacar grandes quantias em dinheiro e detonam o sistema. É tudo o que essa turma de terroristas travestidos de revoltados quer. Obrigar o Governo a ter de se explicar em função de boatos deste tipo é revoltante e lamentável.


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domingo, 15 de fevereiro de 2015

O roubo no preço da cerveja

Dia desses vi um veículo com um adesivo cujos dizeres eram ”Gasolina:3,65 é roubo”. Fiquei a me perguntar se não estou meio louco, ou completamente louco, por discorda frontalmente de tal adesivo. O cara passa quatro anos com o preço da gasolina subsidiado e não dá um pio. Quando o preço é posto no patamar que já deveria estar há tempos, aparecem os adesivos deste tipo. Só queria ver adesivos pipocarem quando a AMBEV assumiu o monopólio das cervejas no Brasil e passou a ditar os preços. Ninguém fez nada. E os adesivos também deveriam aparecer. Porque pagar R$ 9,00 por 600ml de cerveja ninguém reclama. Mas, R$ 3,65 por um litro de gasolina é como se o mundo fosse acabar. Dá para entender!


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Queda de popularidade e impeachment

É evidente e muito claro que o simples fato de a popularidade da presidente Dilma Rousseff (PT) ter despencado não é motivo para que seja proposto o impeachment dela. O que pode sim, provocar o impedimento dela são provas cabais e irrefutáveis de que houve envolvimento da Presidência da República com o escândalo do Petrolão. Embora tenha votado nela e no PT nos últimos anos, jamais iria para as ruas defende-la caso seja provado algo contra ela. Reafirmo, porém, tanto contra ela quanto contra qualquer presidente, só provas irrefutáveis e cabais são motivo para o impeachment. Em assim não sendo, não passa de um movimento de aproveitadores que não se conformam, até hoje, com a derrota nas urnas.

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OBS: Post do dia 14/02/2015

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

A vida se transformou em show

A cada dia que passa fica mais claro, principalmente com o advento das Mídias Digitais, que as pessoas perderam a noção da diferença fundamental entre o que é vida pública e vida privada. No Facebook e no Twitter, por exemplo, as pessoas expõem integralmente todos os fatos da vida privada como se fossem públicos. Tal movimento parece ter afetado as mídias tradicionais. Ou, talvez, tenha contribuído para uma espécie de sensacionalismo ainda mais exacerbado. Por exemplo, a miss que arrancou a coroa da outra foi parar em um programa nacional de televisão. A filha que fugiu de casa e depois voltou, também foi parar no mesmo programa. A vida se transformou em um show ou é o show uma característica da vida moderna?


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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Falta cuidar melhor da cidade

Entra prefeito, sai prefeito e os buracos continuam do mesmo jeito. Com o perdão da rima, que mais parece bordão de um banco brasileiros que fechou as portas há tempos, o que se vê em Manaus, ano após ano, é uma falta de cuidado com a cidade que impressiona. Ontem, por conta do aniversário de um ano da Casa do Parente, compareci ao evento que, por sinal, contou com a presença da mulher do prefeito de Manaus, Artur Neto, Gorete Garcia. O que enfrentei, nas proximidades do local, foram buracos e mais buracos que se assemelhavam aos de uma estrada abandonada. Tomara que a primeira-dama da cidade tenha visto (ou percebido) os buracos e faço algo pelos moradores daquele bairro. E, por extensão, das ruas esburacadas de Manaus.


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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Lourenço Braga na SEDUC

Fontes do Palácio do Governo apontam que o novo Secretário de Estado da Educação será o ex-reitor da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), professor Lourenço Braga. A novidade, caso seja confirmada, indica que a Família Braga está mais forte do que nunca. O movimento do governador José Melo pode significar duas coisas: que prepara a saída de Robério Braga da Secretaria de Cultura mas chama um membro da família para a SEDUC ou que quer o seu Governo cada vez mais forte nas hostes dos Braga. Logo após o Carnaval sai o nome do novo secretário de Educação.

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

As ciclovias da discórdia

Eu só queria entender o porquê de, tanto em São Paulo quanto em Manaus, as ciclovias causarem tanta discórdia. E não vou entrar no mérito da aberração que se fez aqui e se denominou de ciclovia porque aquilo só pode ser um atentado contra a inteligência humana. Mas, quero me ater ao pano de fundo da discussão: as ciclovias. Tão raivosa reação, tanto em São Paulo quanto aqui, é fruto de quê? Há quem considere que a cidade só deve ter espaço para os carros? Será que as prefeituras só devem governar para os proprietários de automóveis? Precisaremos de uma crise como a da água em São Paulo para entender que a mobilidade urbana não se restringe aos carros? É evidente que uma obra como aquela do Boulevard Álvaro Maia tem de ser contestada pelo valor e pela obra em si. Mas, também é evidente que as cidades devem sim criar espaço para os ciclistas. É uma questão de sobrevivência das próprias cidades.


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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Cópia descarada de cântico

“Derrama senhor, derrama senhor, derrama sobre nós o teu louvor”. Ouvi o refrão ontem em uma Igreja evangélica. Católico praticante durante anos, hoje nem tanto, lembre-me, na hora do cântico “derrama, senhor; derrama, senhor; derrama sobre nós o teu amor”. Não houve preocupação de modificar nada. Apenas fizeram uma adaptação no final da estrofe. Confesso que fiquei espantado com tanta capacidade se apropriar do “alheio” sem nenhum constrangimento. Deus do céu! É muita cara-de-pau copiar descaradamente um cântico católico, certamente com o objetivo de confundir e atrair desavisados. Lamentável!


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domingo, 8 de fevereiro de 2015

Velho tempo que se foi

Sou de um tempo em que goiabas, mangas e tangerinas eram propriedades de todos os do lugar. Era pecado mortal negar água a alguém. Cobrar pelas frutas e pela água, dádiva da natureza a nós, os humanos, era heresia. Não se podia imaginar nem que tal coisa viesse a acontecer um dia. Os vizinhos de propriedade eram os donos de tudo. Quase uma vida em comunidade. Tempo bom o da infância. Cresci, mudei-me para Manaus e, já aqui, em 1979, logo que cheguei, tudo era cobrado. Foi um choque! Mas, acostumei-me com a nova realidade. As frutas estão pela hora da morte. A água, em alguns lugares, como São Paulo, nem quem tem dinheiro pode tê-la. Ou a natureza está menos generosa ou nós, os humanos, não soubemos lidar com ela.


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sábado, 7 de fevereiro de 2015

Quem esquece paga mais caro

Por uma dessas razões que não se consegue explicar, esqueci completamente de fazer o licenciamento do meu veículo que era em setembro, pasmem, com carência até novembro. Senti, no bolso, o valor real do esquecimento. Sem contar os problemas para licenciar o carro. Além da multa salgada e do valor do licenciamento, que é quase o sobro, ainda se tem de passar uma vistoria prévia para o licenciamento. E mais uma, se você for vender o veículo. São dores no bolso e na cabeça perfeitamente evitáveis se, na pior das hipóteses, você adquirir o hábito de lançar seus compromissos, inclusive financeiros, na agenda do celular. Paguei caro, mas, não sei se aprendi. Ainda preciso me habituar a usar as agendas adicionais ao invés de “o poder da mente”. Ela já não mais a mesma eficácia.


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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

De FHC à Dilma Rousseff

Tenho afirmado, inúmeras vezes, que, no campo da política educacional, o Partido dos Trabalhadores (PT), apenas refinou a política neoliberal de Fernando Henrique Cardoso (FHC). Fiz isso na postagem de ontem no meu Blog Educação para o futuro. O preâmbulo é para dizer que, no caso do Petrolão, parece ter acontecido o mesmo. O ex-gerente da Petrobrás, Pedro Barusco, declarou à Polícia Federal que recebe propina da SBM Offshore desde 1997, portanto, desde os tempos de FHC. Ao que tudo indica, a corrupção na Petrobras não tem cor partidária. É lamentável que a maior estatal brasileira tenha chegado a este ponto. Não duvido que tudo faça parte de uma estratégia para desmoralizá-la e, em seguida, privatizá-la. Aguardem!


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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Bancos oficiais também casam vendas

No texto de ontem abordei a questão da ilegalidade das vendas casadas por parte das Lojas de Departamento. É preciso registrar que, no entanto, não são as únicas a praticarem este tipo de ilegalidade. Os bancos, até os oficiais, como o Bando do Brasil, por exemplo, usam do artifício da venda casada para que seus gerentes atinjam as rígidas metas estabelecidas. Um deles, por exemplo, me obrigou a comprar consórcio para poder conceder um empréstimo. Argumento: não possuía a pontuação ideal para ter o crédito. Bastava, porém, contratar o consórcio para chegar à pontuação desejada. Depois era só fazer o empréstimo. E com esse tipo de artimanha eles vão surrupiando os direitos dos consumidores.


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Venda casada virou regra

Embora proibida no Brasil, a chamada venda casada virou regra. Basta você aceitar o cartão de uma loja de departamentos, por exemplo, para, no dia seguinte, passar a receber telefonemas de todos os tipos a te oferecer produtos dos mais variados: títulos de capitalização, empréstimos e promoções de toda ordem. O mais impressionante é que conseguem convencer os órgãos de defesa do consumidor de que não se trata de uma venda casada propriamente dita. Ora, toda vez que você compra um produto e a empresa tenta empurrar outro na marra, trata-se sim, de venda casada. E é isso que as lojas de departamentos fazem. Terminam por ganhar dinheiro com os empréstimos e com os juros cobrados. E o consumidor nem desconfia.

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OBS: Post do dia 04/02/2015

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Graça Foster fora da Petrobrás

De uma coisa ninguém pode acusar a presidente Dilma Rousseff (PT) injustamente: ser teimosa. E foi por pura teimosia que manteve, e ainda mantém, Graça Foster no comando da Petrobrás. Em qualquer outra empresa o executivo que cometesse tantas atrocidades técnicas e políticas ao mesmo tempo já teria pego o caminho da rua há tempos. Mas, Rousseff manteve a amiga o quanto pôde. No entanto, Foster foi defenestrada. Não se sabe se alguém convenceu a presidente ou se foram os números, com a perda de ¾ do valor da empresa de uma só tacada: 88 bilhões. O certo é que Graça Foster se foi. Sem dúvidas, é o primeiro passo para a Petrobrás recuperar a credibilidade no mercado. Desde que o substituto não seja alguma carta apenas da manga do PT. Dependendo do substituto ou substituta, o desastre pode ser maior.


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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

A inflação que não se vê

De quando em vez retomo, neste espaço, um tema pouco agradável mas de suma importância na vida das pessoas: a inflação. E quando se dizia que ela não existia, chamávamos a atenção para aquela que ninguém vê: a das feiras e supermercados. Pois, não se enganem, já esteve maior, mas, não arrefeceu. E está muito acima dos números oficiais. Quem mora no Amazonas para tudo mais caro do que em qualquer outra parte do Brasil. É o outro lado do que chamo de inflação que não se vê. E é a mais cruel, pois, corrói o bolso das pessoas e o orçamento das empresas. Há que ser cuidado redobrado ao lidar com ela.


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domingo, 1 de fevereiro de 2015

No divã do Zuckerberg

Há um médico brasileiro, psiquiatra e psicoterapeuta, Flávio Gikovate, cujo programa de rádio, distribuído nacionalmente, é muito bem aceito. Chama-se “No divã do Gikovate”. Pois, ao que parece, no Brasil, e talvez no mundo, as pessoas confundam o Facebook, empreendimento de sucesso de Mark Zuckerberg, como se fosse o local online para expor sua vida privada sem limites, como se fizessem a um psicólogo ou psicoterapeuta. Nenhuma das redes sociais, muito menos o Facebook, é o Divã do mundo. Não há espaço para uma catarse mundial coletiva. Ou, pelo menos, não havia. Mas, há quem queria transformar o Facebook ou qualquer outra “brecha” digital numa espécie de Divã. Expor cada passo, cada movimento da vida pública e privada no Facebook ou qualquer outra rede social é preocupante e, no mínimo, requer algumas “deitadas” em um divã de verdade.


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sábado, 31 de janeiro de 2015

UFC em concurso de misses

Chegamos a um patamar preocupante nas relações pessoais e interpessoais. Não sei se em função das notícias sobre o roubo generalizado no País, mas, sem citar nomes, o “barraco” do ataque à vencedora do Concurso de Miss Amazonas sofreu da segunda colocado, que arrancou sua coroa parece ser o limite. Principalmente da intolerância e da falta de classe. Nem pensava em escrever sobre o tema, mas, me vi na obrigação por lembrar da época em que íamos para os estádios de futebol na certeza de que, ao final, inconformados, os jogadores dos times derrotados enchiam de “porrada” ou os adversários ou árbitros e bandeirinhas. Além de ter arrancado a coroa da vencedora, a derrotada arrancou o glamour que marcavas tais concursos. A continuar assim, só participa do concurso que tiver antecedentes do UCF feminino.


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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

A fantasiosa Lei das filas

Que existe uma Lei a regulamentar o tempo máximo de permanência de uma pessoas nas filas dos bancos, em Manaus, todos sabemos. O que não se sabe, efetivamente, é se a tal lei é cumprida. Ou, ainda, que fiscaliza o cumprimento ou não. Para nós, meros mortais que precisamos diariamente dos serviços bancários, resta mesmo é ter paciência porque os bancos não demonstram qualquer interesse em cumpri regras mínimas de respeito ao consumidor. Aos bancos interessam sim, as grandes contas. Quem dos serviços bancários mais gerais precisa tem de recorrer às loterias e aos postos bancários. Respeito ao consumidor é algo pouco usual.

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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Administração profissional nos bancos oficiais

Há um fenômeno no mercado que pouca gente presta a atenção: as taxas de juros estão flutuantes quaisquer que sejam os bancos. E, pasmem, leitores e leitoras, há bancos rivados a oferecer taxas de juros mais competitivas que os bancos oficiais (Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil). Isso significa que do ponto de vista da administração, as instituições financeiras foram totalmente profissionalizadas. É evidente que não se elimina totalmente as interferências, digamos, do poder central, de Brasília. A guinada do Banco do Brasil, no entanto, só ocorreu após o “escândalo do Mensalão”. O que acontece hoje com a Petrobrás, volto a dizer, pode ser uma imensa oportunidade para que a empresa, definitivamente, mude seus processos decisórios e se fortaleça. O BB conseguiu!


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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Nejmi com chances para a Prefeitura de Manaus

Caso as primeiras pesquisas que começam a circular em Manaus para a Prefeitura estiveram corretas, Artur Neto (PSDB) a despeito da boa administração que faz, não terá um caminho sem atropelos para se reeleger. E quem pensa que o nó no sapato de Neto é Marcelo Ramos ou Marcos Rotta, engana-se redondamente. Quem pode mudar sensivelmente o quadro da sucessão é a mulher do senador Omar Aziz, Nejmi Jooma. E se a candidatura de Nejmi se confirmar, a aliança que tirou a chance de o senador Eduardo Braga (PMDB) chegou ao governo do Estado já foi para o espaço. Sem fazer campanha efetiva e muitos menos dizer que é candidata, Nejmi aparece com 10% das intenções de votos. É número para, se sair mesmo candidata, coloca-la como a pior adversária para o prefeito Neto.


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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

A limpeza promovida por Melo

Tenho lido sobre a “limpeza” promovida pelo governador do Amazonas, José Melo (PROS), e já começo a duvidar, se forem verdadeiras as notícias, que a lua-de-mel entre ele e o senador Omar Aziz (PSD) dure por muito tempo. Não sei se a pedido do governador ou de sua assessoria, mas, as notícias apontam dardos de venenos, ainda que indiretamente, contra o então governador Aziz. Caso se mantenha a tradição da política do Amazonas é certo que Melo, em breve, comece a “fazer a cama” de Aziz. Será que o vice, Henrique Oliveira, se candidata à reeleição e melo sai para disputar uma das duas vagas ao Senado? A possibilidade existe!


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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

A dura vida de ministro

Se o senador Eduardo Braga (PMDB) imaginou que teria vida fácil no Ministério das Minas e Energia, parece ter se enganado redondamente. A mídia nacional, que parece estar ressentida pelo fato de um senador do Norte ter assumido tal Ministério, bate em Braga desde o primeiro minuto. A mídia local, que inicialmente parecia ter dado uma trégua, aproveitou a onda da mídia nacional e tem posto Braga, digamos, na corda-bamba. Para completar, desde os tempos de governador, Braga usa o nome de Deus para problemas que são dos homens, principalmente dos que governa. Foi tudo que os críticos queriam. Apanhou e apanha de todos os lados. Ao que tudo indica, a vida de ministro de Estado é bem mais dura que a de governador do Amazonas. Pior ainda, pelo jeito, não é ser indicado ministro. É conseguir se manter no cargo.


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domingo, 25 de janeiro de 2015

São Paulo: uma cidade mais humana

É bem possível que Fernando Haddad (PT), não vença as eleições, caso seja candidato. São Paulo tem decisões coletivas estranhas. Inclusive ao eleger Haddad. Há que se reconhecer, à parte erros que possam estar a ocorrer, que São Paulo, a cidade, a capital, que hoje comemora 461 anos, tornou-se uma cidade mais humana. As pistas exclusivas de ciclistas, tão criticadas inicialmente, transformaram a “cara” de São , que ficou mais cheia de gente nas ruas nos finais de semana. Como consequência, mais colorida, com mais calor humano, cheia de vida. Hoje, ao deixar a cidade, no dia do seu aniversário, apesar da falta de água e de energia, senti um clima diferente: as pessoas pareciam curtir cada ponto do lugar. Shows e atividades culturais passaram a fazer parte dos finais de semana. A cidade se renova apesar das dificuldades. Parabéns ao povo que em ti habita, São Paulo. O edifício da minha vida profissional foi construído na tua Universidade  São Paulo. Meus dois filhos nasceram no Hospital Universitário da USP. Ao te parabenizar, São Paulo, só tenho a agradecer!

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sábado, 24 de janeiro de 2015

Foo Fighters: um Show inesquecível

Talvez eu devesse já ter ido a Show de rock há tempos. Mas, estrear no Rock quase aos 52 anos, ao lado dos meus filhos, em um Show do Foo Fighters, no Morumbi, em São Paulo, sem sombras de dúvidas, é uma experiência para jamais ser esquecida. Em todos os sentidos. Começarei pelos aspectos positivos. Iniciar no Rock por Dave Grohl, ex-integrante Nirvana, que tem uma aparência assim, digamos, meio Benito di Paula, de quem fui fã nos tempos de juventude é bem interessante. Principalmente porque o Rock que Grohl faz é de primeira qualidade.No palco, afora o desempenho de Dave, quem me chamou a atenção positivamente foi a virtuose do baterista Taylor Hawkins. Não se consegue esquecer, também, o ar meio bobão do guitarra-base Pat Semear, a quem apelidei de Chimbinha do Foo Fighters. Sinceramente, ele pode ser bom como for no que faz, mas, destoa da banda. Os demais componentes não brilham nem destoam. Depois do Show o exercício de sobrevivência sobre o qual falei na postagem de ontem continuou: andamos durante 1h36min até conseguir tomar um táxi. Ao final de tudo, tenho de admitir: ganhei muito ao presentear a minha filha com o Show. Foo Fighters ganharam mais um fã. Meus filhos: obrigado pelo momentos inesquecíveis que passamos juntos. O pés s ficaram inchados. O corpo quase não me aguentava. Mas, valeu a pena vocês terem me apresentado ao Rock Alternativo do Foo Fighters. Sem falar que ainda tivemos uma abertura com "Os Raimundos" e os britânicos do "Kaiser Chiefs". Não posso reclamar da estréia!

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Foo Fighters: exercício de sobrevivência

Cumprir efetivamente a missão de pai não é algo tão fácil quanto parece. E hoje, a partir das 12h, iniciarei o que, certamente, será o meu maior exercício de sobrevivência na selva (de pedra). Eu, Felipe e Carolina, meus filhos, enfrentaremos enormes filas, aglomerados de gente para, finalmente, às 21h, no Estádio do Morumbi, assistirmos a exibição do Foo Fighters em São Paulo. Ir ao Show é parte do presente de 15 anos da minha filha. Desde sábado estamos na cidade onde os dois nasceram. Constar a doer, pernas inchadas de tanto “bater pernas” pela cidade. Os olhos dos dois brilham de felicidade. De quando em vez as lágrimas chegam a brotar dos meus olhos. Também de felicidade. Por poder proporcionar a eles, em vida, momentos de tamanha felicidade. Não sei se chego em casa de maca. Só sei que do primeiro show de rock ao vivo talvez ninguém jamais esqueça!


quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

São Paulo 40 graus

Como se não bastasse a falta de água no reservatório da Cantareira, os habitantes da cidade de São Paulo, capital do Estado, são obrigados a conviver com a falta de água e de energia elétrica. Para piorar uma situação que está no limite, a cidade conviveu, nos últimos dias, com as temperaturas mais altas de toda a sua história. Quer o Rio de Janeiro virou até filme com os seus 40 graus, isso ninguém pode duvidar. Imaginar, porém, que São Paulo enfrentaria algo similar poderia, inicialmente, ser confundido com loucura. Pois não é que São Paulo enfrentou dias com temperatura de 40 graus! E enfrentar tal temperatura sem água e sem energia elétrica mais parece castigo dos deuses.


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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Para caminhar sem destino

Pesquisar os preços no centro de São Paulo é caminhar sem destino. Uma espécie de aventura sem hora para acabar. As variações são inexplicáveis. Enquanto você encontra o mesmo produto “pela hora da morte”, em seguida, é capaz de encontra-lo com até 80% de desconto. Ou a pessoa que dá o desconto não tem noção de que o produto em estoque subiu demasiadamente de preço ou quem o vendo quer explorá-lo ao extremo. O certo é que, quem quer comprar produtos a um preço justo deve gastar sandálias exaustivamente. Comprar por impulso pode ser um grande acerto ou um erro sem precedentes. Gastar a sola do sapato é a melhor dica.


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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Tudo é culpa do PT!

Se o mundo acabasse hoje, para muitos brasileiros cuja viseira parece ter ido expandida após as eleições de 2014, a culpa seria do Partido dos Trabalhadores (PT). Por mais que parece um absurdo, li hoje, na Internet, a história de uma moça que, aos 18 anos, casou com o próprio pai. A postagem diz que ela perdeu a virgindade com o próprio pai. E, tudo isso, é atribuído ao Partido dos Trabalhadores. Convenhamos, a paranoia contra o PT chegou ao extremo da intolerância, quiçá, da maluquice! Que o PT cometeu erros após a eleição, principalmente a presidente Dilma Rousseff, na escolha dos ministros, isso ninguém pode negar. Mas, atribuir a ela a culpa por um pai ter casado com a filha é demais! Beira à insanidade!


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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

O calor como reação da natureza

O calor, e, por conseguinte, a falta de água, só pode ser uma reação da natureza. Desde o dia 17 estou em São Paulo com meus dois filhos, aqui nascidos e que me pediam, há tempos para conhecer a cidade. Não esperava, nem eles, encontrar uma São Paulo com calor equivalente ao de Manaus. É o que temos enfrentado desde o dia que chegamos. Nossas roupas próprias para o frio não foram usadas e, a cada dia, o calor aumenta mais. Para se ter uma ideia, nem com as janelas abertas e ventiladores ligados se consegue dormir direito. No meio da madrugada se acorda “pingando de suor”. Fica até difícil praticar o racionamento de água. Cada vez que se acorda, no meio da madrugada, é preciso tomar novo banho. Fica-se em uma situação quase insustentável. Jamais vivemos momentos de tanto calor em São Paulo.


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domingo, 18 de janeiro de 2015

A São Paulo dos Shoppings Populares

Quando deixei São Paulo, em 2003, após obter o título de doutor em Comunicação na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), o comércio da cidade era dominado por chineses, coreanos e japoneses. Eles predominavam, no entanto, na região da Rua 25 de março e na José Paulino. Hoje, eles ainda estão pela 25, misturados com brasileiros e libaneses, mas, ganharam a Avenida Paulista. Há os chamados Shoppings Ching Ling ao longo de toda a Paulista. Ao que parece, ganharam a confiança da classe Média, que entope tais espaços durante todo o domingo. São ligares nos quais se vende tudo. Os preços, porém, são mais altos do que na 25 de Março. O conforto, porém, é muito maior. Esse fator, certamente, faz com que os Shoppings Ching Ling fiquem cada vez mais populares.


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sábado, 17 de janeiro de 2015

São Paulo não merece

Costumo dizer que nasci no Acre, apaixone-me por Brasília e ao conhecer São Paulo cometi adultério. Não há muito explicação, mas, gosto tanto de São Paulo que uma das minhas maiores felicidades é ter dois filhos, meus tesouros, naturais de São Paulo. E o são da gema, dos Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (USP). Se, de um lado, nitidamente se tem a capital mais humana, certamente em função da administração de Fernando Haddad (PT), temos falta de água e energia elétrica ao mesmo tempo. Não atribuirei, de jeito nenhum, o fato à administração de Geraldo Alckmin, do PSDB. Seria leviano e injusto. Talvez pela relação sentimental que mantenho com a cidade, a única coisa que posso, ao menos me ter dúvidas. Será que São Paulo merece, principalmente seus habitantes mais humildes, uma situação tão grave quanto essa? Tivesse eu o poder de decidir, diria que não. São Paulo não merece!


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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Sucessão de erros matou Campos

Todas as versões sobre a queda do avião, o Cessna 560 XL, que matou o então candidato do PSB À Presidência da República, Eduardo Campos, sempre foram vistas por mim com cautela. Algumas, nitidamente, eram fantasiosas. Chegaram a afirmar que a aeronave fora propositalmente derrubada por interesses políticos. Do meu canto, pedia que se desse crédito aos investigadores do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, órgão da Aeronáutica (Cenipa). Pelo que tanto que já li sobre acidentes aéreos, minha convicção, que partilhei com alguns amigos mais próximos, era de que o Cessna 560 XL fora derrubado pela sucessão de erros do piloto da aeronave. Não deu outra: o Cenipa concluiu que piloto e copiloto cometeram uma sucessão de erros que levaram à queda do avião. Lamentável que tenhamos perdido um político tão promissor, importante para o País, em função de falhas inaceitáveis para um profissional da aviação.


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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

O ano que não começou

Se 1968 fichou conhecido como “o ano que não terminou”, 2015 bem que pode merecer um pomposo lema:” o ano que nem começou”. Pois, do jeito que a coisa se desenha, será um ano de enormes dificuldades. Principalmente para a classe trabalhadora. Por algo que gerações mais novas não sabem nem do que se trata, mas, nós, os mais antigos, sabemos muito bem o que era as máquinas de remarcar preços. Era comum, nos supermercados, o número de remarcadores de preços ser tão grande que, em determinados horas, emparelhar com o número de compradores. Salários corroídos pela inflação, aumento das tarifas públicas... Talvez o ano só comece quando os trabalhadores, efetivamente, entenderem que a letargia pode levar à agonia.


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