terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

A obesidade como fator de saúde pública


Impressiona-me, também, a clareza com que o Coordenador da Pastoral da Saúde da Arquidiocese de São Paulo, Padre Anísio Baldessin, trata o tema no Boletim O Domingo, o Semanário Litúrgico usado, aos domingos, na Igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Sena Madureira, minha cidade natal, localizada a 174 quilômetros de Rio Branco, a capital do Estado do Acre. No texto intitulado “Saúde pública e obesidade” que faz parte da seção “Campanha da Fraternidade”, o padre registra: “Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o mundo experimenta atualmente sério desafio no âmbito alimentar. Além de preocupar-se com países onde a fome é problema endêmico, a OMS já demonstra séria preocupação com os riscos à saúde humana advindos de uma dieta rica em calorias, sódio, açúcar e gordura saturada. Com isso, explodem os casos de obesidade, diabetes, distúrbios cardíacos, entre outros”. O Padre Baldessin aborda, com uma clareza digna de deixar alguns céticos em relação aos benefícios da religião, um problema que, sem nenhuma dúvida, é de saúde pública. A própria OMS já não se preocupa apenas com os famélicos mundo afora, mas, com a tendência mundial ao ganho de peso. Os hábitos da vida pós-moderna, de passar o dia na frente de um computador ou a jogar videogames, por exemplo, transformam jovens em obesos, logo, propensos às doenças, às fezes fatais, provocadas pelo excesso de peso. Tratar o problema como uma questão de saúde pública é o primeiro passo para que o mundo consiga forjar uma geração com hábitos alimentares mais saudáveis futuramente.

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